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quinta-feira, 28 de maio de 2015

FIFA TO PLAY IN JAIL



WOW! It's gonna be a mega fucking game!


POST-SCRIPTUM:

Já começou o Campeonato Mundial da Corrupção! A PETROBRAS saiu na frente, mas a FIFA tá chegando com força total!



segunda-feira, 14 de abril de 2014

VICIADOS EM INTERNET


[Editado a partir de um texto da autoria de WALCIR CARRASCO]


O ciberviciado entra em síndrome de abstinência se não estiver plugado. É fácil reconhecê-lo: em locais públicos tecla nervosamente o celular à procura de um conexão. Assume uma expressão de alívio quando consegue trocar duas ou três palavras com alguém que nem conhece pessoalmente. Eu mesmo já me aproximei perigosamente do cibervício.

Para algumas pessoas, o uso contínuo da internet tem impacto no trabalho, nas relações de amizade e também nas afetivas. A pesquisadora americana Kimberly Young fundou o  Center for Online Addiction, em Bradford, na Pensilvânia, para tratar ciberviciados. Como nos EUA existem grupos para tudo, lá funcionam os de apoio para ciberviúvas - esposas de viciados em relações amorosas, pornografia ou apostas pela internet.


A compulsão já é tratada em vários outros centros especializados nos EUA. O fenômeno é mundial. O hospital londrino Capio Nightingale também oferece sessões de terapia a jovens viciados no computador.

Na Coréia do Sul, o tratamento procura estimular as relações face a face e trabalhos manuais, para criar outros interesses entre os ciberviciados. Desde 2008 o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo iniciou o tratamento de jovens com dependência tecnológica, incluindo em videogames.



São raros os pais que detectam quando o adolescente começa a usar drogas tradicionais. O cibervício também é enganador. Pais tendem a acreditar que mexer com computador é sinal de inteligência. Preferem o adolescente em casa que na balada. É um erro. No mínimo, os ciberviciados afastam-se do convívio social importante para sua formação.

Há quem diga que o viver on-line é tão perigoso quanto consumir cocaína ou qualquer outra droga. Talvez seja exagero. Mas o cibervício pode afetar perigosamente a vida do dependente e destruir sua qualidade de vida.


POST-SCRIPTUM:


Olho vivo papais e mamães: tem maluco no Japão que mora, quase que literalmente, em lan-houses! 



sábado, 15 de março de 2014

VIDEOGAMES




[Publicado no jornal O DIA em 19.02.2014]


Jogos eletrônicos podem fazer bem a jovens. A conclusão é da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS). Em testes, verificou-se que 'games' desenvolveram a habilidade do cérebro, como a percepção de contraste, útil para quem dirige à noite.

Ao contrário do que se pensava, a diversão pode tratar uma deficiência visual chamada ambliopia, que causa a perda de visão de profundidade. Jogos de ação tiveram os melhores resultados.


POST-SCRIPTUM:

Taí mais um motivo para infindáveis discussões. Nada contra os videogames, mas tem uma molecada por aí que exagera na dose e esquece da vida.